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Lies, fearmongering and fables: that’s our democracy

What if democracy doesn’t work? What if it never has and never will? What if government of the people, by the people, for the people is a fairytale? What if it functions as a justifying myth for liars and charlatans?

There are plenty of reasons to raise these questions. The lies, exaggerations and fearmongering on both sides of the Brexit non-debate; the xenophobic fables that informed the Hungarian referendum; Donald Trump’s ability to shake off almost any scandal and exposure; the election of Rodrigo Duterte in the Philippines, who gleefully compares himself to Hitler: are these isolated instances or do they reveal a systemic problem?

Democracy for Realists, published earlier this year by the social science professors Christopher Achen and Larry Bartels, argues that the “folk theory of democracy” – the idea that citizens make coherent and intelligible policy decisions, on which governments then act – bears no relationship to how it really works. Or could ever work.

Voters, they contend, can’t possibly live up to these expectations. Most are too busy with jobs and families and troubles of their own. When we do have time off, not many of us choose to spend it sifting competing claims about the fiscal implications of quantitative easing. Even when we do, we don’t behave as the theory suggests.

George Monbiot – The Guardian

A culpa é do Islão

Se calhar, mas só se calhar, a culpa não está no livro, nem na religião mas no que meia dúzia de “iluminados” querem fazer dela. Podia lá estar a história do coelhinho que foi com o pai natal ao circo e mesmo assim nada faria a diferença para estes jovens génios do clube de letras que são tão tão espertos que conseguem ser convencidos por um terceiro, que fica obviamente no conforto do seu lar a ver o Natal dos Hospitais, a explodir-se não obtendo qualquer outro ganho militar que o de conseguir que um McDonald ou teatro tenha de fazer renovações materiais…

Para quem defende que o Estado é sempre a melhor e mais eficiente opção…

A própria comunicação intergovernamental – por exemplo através de correio eletrónico – só começou a funcionar alguns dias depois da tomada de posse. O DN sabe que há membros do governo que só ontem à tarde tiveram acesso a uma conta oficial de e-mail. No entretanto funcionaram com contas pessoais.

Orçamento 2016 – Governo de Costa encontra OE 2016 sem nada feito – DN

…Diria que é justo e merecido os serviços estatais demorarem uns bons dias a efectuar esse serviço tão complicado de emitir novas passwords e/configurações de equipamentos.